
Eu luto!

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Intervenção Psicoterapêutica individual continuada ou breve.
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Intervenção em grupo.
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Intervenção Infantil.

Superando a dor da perda através da
intervenção Psicológica
Modelos de intervenção:
Em Jacareí e região:
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Entenda como funciona nosso trabalho:
Trata-se de um projeto psicoterapêutico voltado aos pais, irmãos, filhos, amigos, familiares e companheiros que passam pela dor da perda de uma pessoa querida, sendo oferecido em três MODALIDADES:
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Intervenção psicoterapêutica Individual breve ou continuada: Na intervenção breve será oferecido são agendados 6 sessões que tratarão do tema da perda e seus desdobramentos de modo focado, promovendo a escuta e reflexões pertinente e possíveis dentro de tempo pré determinado (é possível renovação para mais seis sessões).
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Intervenção psicoterapêutica em grupo: São pessoas que se reúnem para ouvir, falar e refletir sobre a dor, sobretudo, para unir forças em busca de ESPERANÇA, as reuniões são semanais e o AMBIENTE ACOLHEDOR.
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Intervenção psicoterapêutica infantil : é voltada à criança que vivencia situação de perda objetivando possibilitar recursos ao desenvolvimento saudável que permita a expressão pela criança de seus sentimentos em relação a perda e aos desdobramentos desta permitindo que possa junto à família buscar meios de superação.
Dicas sobre a vivência do luto:

Já observou ou viveu alguma situação de perda como estas: desemprego, separações, mudanças de endereço, perda de um ente querido, situações de catástrofe e violência, perda de um animal de estimação, dificuldades adaptativas à novas situações. Todas essas experiências podem ser fontes de sofrimento e dor.
Cada pessoa tem caraterísticas e história unica, portanto, reações diversificadas e únicas. Embora encontremos na literatura cientifica como referência o período de um a três anos de adaptação à nova realidade, é possível que existam variações neste período. Muitas vezes, o desdobramento da perda desencadeia comportamentos e sentimentos que somente aparecem depois de um tempo.
A intensidade de angústia e dor vivenciadas neste período adaptativo da perda podem tão significativas que deixar de procurar ou oferecer suporte profissional adequado, constituiria uma situação de abandono e risco à saúde física e mental.
Destacaremos abaixo algumas reações na fase do luto:


Como cada pessoa tem uma forma de reagir, nem sempre observações externas bastam para entender o quanto pode estar sendo difícil passar por este período. Uma dica é apenas perguntar: Como você está ? Quer falar sobre a situação da perda?
Ouvir é essencial, mas é importante respeitar o silêncio nem todos tem o desejo ou conseguem falar da dor. A escuta e a manifestação de apoio à pessoa que vivencia o luto são formas de ajuda.
Não é fácil avaliar o nível de dificuldade do enfrentamento do luto
A importância do "Ouvir"


Isolamento e o silêncio.
Calar-se diante da perda pode representar diferentes significados, muitas vezes, é mais fácil falar a respeito com um profissional, visto as pessoas mais próximas podem estar fragilizadas, o silêncio pode representar uma tentativa de poupar o outro para evitar que o familiar/ amigo sofra ocorrendo assim a evitação do tema da perda .
Reviver o passado
Pode ocorrer que se tenha a necessidade verbalizações constantes de histórias vividas com a pessoa perdida ou que remetam a situação da perda.

Reações agressivas, caso ocorra, se devem muitas vezes a inadequação dos sentimentos em decorrência da perda ou mesmo influenciadas pelas circunstancias em que a perda ocorreu.
Sentimentos de revolta e indignação
É importante acreditar que a vida poderá se reestabelecer, de uma forma diferente, porque a perda existe, os desdobramentos da perda serão sentidos, mas é possível que uma nova ordem se estabeleça. Porém, importante entender que é um processo onde cada um tem seu tempo e em muitas situações suporte especializado se faz necessário.

Esperança de que a vida se reestabelecerá
Nosso objetivo será o fortalecimento de recursos que viabilizem a retomada da vida, mesmo diante das dificuldades vivenciadas com a perda.